VII Edição da Festa Literária Internacional de Barreiras acontece até este sábado (25)

A VII edição da Festa Literária de Barreiras (Flib) foi aberta nesta quinta-feira (23), no Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho, com o tema “Vozes Femininas na Literatura”. Na oportunidade, a curadora geral da FLIB e presidente da Academia Barreirense de Letras (ABL), professora Marilde Guedes, destacou a importância do tema deste ano, que permeia todas as atividades do evento, que se estenderá até sábado, (25). “Há quatro anos, temos focado em temas que destacam vozes esquecidas e negligenciadas. Este ano, queremos ressaltar as vozes das literatas que foram silenciadas por muito tempo, não por inferioridade, mas porque não lhes era permitido falar sobre elas e suas histórias”, afirmou Marilde.

Representando o prefeito Zito Barbosa, o secretário de Educação, Jeferson Barbosa, relembrou que a Flib começou pequena em 2017 e hoje se consolidou como um grande evento para Barreiras e toda a região Oeste da Bahia. “Citando a escritora Rachel de Queiroz, enalteço todas as escritoras brasileiras e barreirenses, que elas possam ser ouvidas e possam se expressar livremente. Que esta festa literária seja um grande momento para Barreiras, um espaço de disseminação de cultura e aprendizado. Aproveitem ao máximo, estudantes”, disse Jefferson.

A secretária de Cultura, Emília Moreno, destacou que os três dias de evento serão repletos de cultura, literatura, música, dança e teatro. “A festa acontece simultaneamente na Praça Castro Alves, no Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho, na Academia Barreirense de Letras, no Museu Municipal, no Clube ABCD, no Palácio das Artes e na Biblioteca Municipal. Tudo foi preparado com muito carinho, responsabilidade e amor por todos os envolvidos na organização da Festa Literária de Barreiras”, ressaltou.

A abertura contou ainda com a presença do vice-reitor da Ufob, professor Antônio Oliveira que enfatizou o evento como uma oportunidade de mostrar e expressar as produções literárias femininas em um país ainda tão machista. “Precisamos usar o conhecimento como instrumento transformador”, afirmou Oliveira. Na mesa de abertura também estavam o representante do Ifba, professor Ítalo Abreu; a representante da Uneb, professora Simone Coité; e a diretora do NTE 11, Izolda Maia, que enfatizou a importância do evento como um espaço democrático.

Também estiveram presentes a secretária de Assistência Social e Trabalho, Gabriela Nogueira; o secretário de Segurança Cidadã e Trânsito, Júnior Sampaio; os vereadores Otoniel Teixeira, Teteia Chaves, Eurico Queiroz, Hipólito dos Passos e Valdimiro José; além de autoridades civis, militares, estudantes, literatas, poetas e representantes da comunidade.

Informações e Fotos: Dircom/PMB

  • Compartilhe: