AUTOMÓVEIS: Confira os 10 carros que gastam mais e os 10 que gastam menos combustível no Brasil

Saber o consumo de combustível de um carro é um fator determinante na hora da compra. Um modelo que gasta muita gasolina ou etanol, passa a pesar no bolso do motorista com o tempo.

E para orientar o consumidor referente ao gasto energético do carro, o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), coordenado pelo Inmetro, divulgou no início deste mês a nova tabela de 2023, que indica quais carros gastam mais e quais gastam menos no Brasil.

O documento mostra informações sobre eficiência energética, consumo, autonomia e emissão de gases de todos os carros de passeio, picapes e utilitários a venda no Brasil.

Vale lembrar que, desde a publicação da Portaria Inmetro Nº 377/2011, os modelos a combustão já trazem os valores na etiqueta e nas divulgações devidamente ajustados para refletir o uso cotidiano em quilometragem por litro (km/l).

Confira os 10 modelos que mais gastam combustível:

  • 10º Lugar – Volkswagen T-Cross, modelo Highline 250TSI automático, motor 1.4-16V
  • 9º Lugar – Chevrolet Onix, versão 10TAT RS (produzidos até Jan/23), motor 1.0T – 12 V
  • 8º Lugar – Nissan Versa, modelo Sense, motor 1.6-16V
  • 7º Lugar – VW Virtus, modelo GTS 250TSI automático, motor 1.4-16V
  • 6º Lugar – VW Polo, modelo GTS 250TSI automático, motor 1.4-16V
  • 5º Lugar – Nissan Versa, modelo Advanced, motor 1.6-16V
  • 4º Lugar – Honda HR-V, modelo Advanced, motor 1.5T-16V,
  • 3º Lugar – Peugeot 208, modelo Allure AT, motor 1.6-16V
  • 2º Lugar – Renault Logan, modelo ZEN16CVT, motor 1.6 – 16V
  • 1º Lugar – Chevrolet Spin, modelo 1.8L AT LTZ5, motor 1.8L – 8V

Confira os 10 modelos Flex a combustão que gastam menos combustível:

  • 10º Renault Sandero – Life/ Sedition – Motor 1.0 – 12V
  • VW Voyage – modelo MPI, motor 1.0 – 12V
  • Chevrolet Onix, modelo 10MT HB, motor 1.0 – 12V
  • Chevrolet Onix Plus, modelo 10 T MT, motor 1.0 turbo
  • Fiat Mobi, modelo Easy, motor 1,8 – 8V
  • Fiat Cronos, modelo Drive, motor 1.0 – 6 V
  • VW Polo, modelo TSI manual, motor 1,0 – 12 V
  • Chevrolet Onix Plus, modelo 10 MT LT, motor 1.0 – 12 V
  • Peugeot 208, modelo LIKE MT, motor 1,0 – 6 V
  • Renault Kwid, modelo Zen/Intense, motor 1,0 – 12 V

Eficiência energética

Segundo Milad Kalume Neto, diretor de desenvolvimento de negócios da JATO Dynamics, hoje está mais simples para o consumidor saber como é a performance do carro. “Até 2013, com o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (o Inovar-Auto), as montadoras não eram obrigadas a divulgar o consumo de seus veículos e apenas o faziam como forma de publicidade”, explica.

Quem difundia a informação quanto ao consumo de combustível eram os meios públicos de mídia da época, segundo Milad. “Como os testes eram realizados em condições diversas, as montadoras nunca admitiam os resultados por mais próximos que eles fossem da realidade, alegando que o percurso realizado, as condições de trânsito, de temperatura, de dirigibilidade do condutor, entre tantas outras variáveis, não eram constantes e influenciam no resultado”.

Em 2017, a adesão dos fabricantes nacionais ao PBEV passou a ser obrigatória. Antes, era facultativa.

“Desde então, a consequência da etiquetagem foi a transparência ao consumidor final. O carro com a etiqueta ‘A’ era destinada a um veículo que apresentasse maior eficiência energética e, uma etiqueta ‘E’, era para um veículo com menor desempenho de combustível”, destaca Milad.

Informações da CNN.
Foto: Freepik

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