Milton Nascimento faz último show em Salvador nesta sexta-feira

Os shows da turnê A Última Sessão de Música têm sido acontecimentos inesquecíveis para Milton Nascimento, seus ouvintes e fãs em todos os lugares por onde passa. “Estamos viajando somente entre amigos e o meu filho, Augusto. E a cada show tem sido uma experiência emocionante. Já passamos por várias cidades da Europa, Rio, São Paulo, Porto Alegre, e as pessoas têm recebido a gente com um carinho que eu jamais vou esquecer”, diz Milton.

Anunciada como a despedida do cantor e compositor dos palcos, a turnê vem sendo marcada por encontros de celebração coletiva da sensibilidade e musicalidade de Milton e da sua gigantesca contribuição para a música.

O espetáculo chega hoje a Salvador, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, às 19h. A abertura, em um pocket show, fica por conta de Zé Ibarra, músico que integra a banda que vem acompanhando Milton nos últimos anos.

Os shows da turnê A Última Sessão de Música têm sido acontecimentos inesquecíveis para Milton Nascimento, seus ouvintes e fãs em todos os lugares por onde passa. “Estamos viajando somente entre amigos e o meu filho, Augusto. E a cada show tem sido uma experiência emocionante. Já passamos por várias cidades da Europa, Rio, São Paulo, Porto Alegre, e as pessoas têm recebido a gente com um carinho que eu jamais vou esquecer”, diz Milton.

Anunciada como a despedida do cantor e compositor dos palcos, a turnê vem sendo marcada por encontros de celebração coletiva da sensibilidade e musicalidade de Milton e da sua gigantesca contribuição para a música.

O espetáculo chega hoje a Salvador, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, às 19h. A abertura, em um pocket show, fica por conta de Zé Ibarra, músico que integra a banda que vem acompanhando Milton nos últimos anos.

O show percorre diversas fases da sua trajetória, do final dos anos 1960, passando pela formação do grupo Clube da Esquina, no início dos 1970, com o qual lançou dois álbuns, homônimos, ao lado de artistas como Lô Borges, Toninho Horta e Wagner Tiso, aos seus trabalhos solo posteriores.

O repertório do espetáculo, com cerca de 30 músicas, foi pensado e organizado pelo diretor da turnê, Augusto Nascimento, filho de Milton.

“Ele quem cuidou de tudo. Desde a produção, a escolha da banda, e também do repertório. Cada pedaço da minha carreira está presente neste show”, conta Milton.

Canções como Fé cega faca amolada, Nada será como antes, Maria Maria, Tudo que você podia ser e Ponta de Areia estão previstas no roteiro. Mas o artista também prefere manter uma abertura para possíveis novidades e surpresas – o que pode acontecer, especialmente no show em Salvador.

Os shows da turnê A Última Sessão de Música têm sido acontecimentos inesquecíveis para Milton Nascimento, seus ouvintes e fãs em todos os lugares por onde passa. “Estamos viajando somente entre amigos e o meu filho, Augusto. E a cada show tem sido uma experiência emocionante. Já passamos por várias cidades da Europa, Rio, São Paulo, Porto Alegre, e as pessoas têm recebido a gente com um carinho que eu jamais vou esquecer”, diz Milton.

Anunciada como a despedida do cantor e compositor dos palcos, a turnê vem sendo marcada por encontros de celebração coletiva da sensibilidade e musicalidade de Milton e da sua gigantesca contribuição para a música.

O espetáculo chega hoje a Salvador, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, às 19h. A abertura, em um pocket show, fica por conta de Zé Ibarra, músico que integra a banda que vem acompanhando Milton nos últimos anos.

O show percorre diversas fases da sua trajetória, do final dos anos 1960, passando pela formação do grupo Clube da Esquina, no início dos 1970, com o qual lançou dois álbuns, homônimos, ao lado de artistas como Lô Borges, Toninho Horta e Wagner Tiso, aos seus trabalhos solo posteriores.

O repertório do espetáculo, com cerca de 30 músicas, foi pensado e organizado pelo diretor da turnê, Augusto Nascimento, filho de Milton.

“Ele quem cuidou de tudo. Desde a produção, a escolha da banda, e também do repertório. Cada pedaço da minha carreira está presente neste show”, conta Milton.

Canções como Fé cega faca amolada, Nada será como antes, Maria Maria, Tudo que você podia ser e Ponta de Areia estão previstas no roteiro. Mas o artista também prefere manter uma abertura para possíveis novidades e surpresas – o que pode acontecer, especialmente no show em Salvador.

Mineiro de coração

O grande Bituca, nascido no Rio de Janeiro, mineiro de coração e de trajetória, cultivou uma ligação pessoal e musical forte com Salvador, onde já se apresentou dezenas de vezes, com shows memoráveis.

“Tem uma importância muito grande na minha vida. São grandes amigos e tantos momentos maravilhosos vividos ao longo desses anos.”, diz.

Essa conexão com a cidade é atravessada por momentos vividos na Concha Acústica que, segundo Milton, é um dos seus lugares preferidos no mundo. “A energia do público é algo inexplicável”, afirma.

Na capital baiana, Milton receberá ainda a cantora Simone, amiga de longa data e intérprete de suas músicas, para uma participação especial. “Ela é uma das pessoas que eu mais amo no mundo. E cantar com ela nessa turnê de despedida tem sido emocionante. Já fizemos dois shows em São Paulo, e cantar com ela em Salvador vai ser uma coisa incrível.”, comenta.

A cantora gravou diversas músicas compostas por Milton, entre elas Cigarra, que, inclusive, intitula o álbum da artista lançado em 1978, e Encontros e Despedidas, parceria com Fernando Brant, gravada por Simone em Amar, de 1981.

As experiências na turnê têm sido intensas. Em 2022, Milton já fez shows na Europa e por capitais brasileiras. Em Londres, realizou o primeiro registro audiovisual do show da turnê, na Union Chapel, igreja construída na capital inglesa no século XIX.

Há previsão de mais uma gravação no último espetáculo, que será realizado no dia 13 de novembro, no Mineirão, na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde tudo começou.

Milton destaca que, nesse percurso, o carinho do público é o que tem mais marcado o momento de despedida dos palcos.

“Cada cidade é uma emoção diferente. O carinho das pessoas tem me emocionado muito em todos os shows. É uma felicidade que eu nem sei dizer. É uma felicidade sem tamanho ver as novas gerações interessadas por nossas músicas. Jamais imaginei que algo desse tipo fosse acontecer depois de tantos anos de carreira”, completa o eterno Milton.

Informações do A Tarde.
Fotos: Reprodução/ Redes Sociais

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