Agosto Dourado: Saiba o que comer e o que evitar no período da amamentação

Frutas, legumes, verduras, arroz, feijão, carnes e ovos devem fazer parte da dieta de qualquer pessoa com o objetivo de aumentar a quantidade de nutrientes no organismo. Para as mães que estão no período de amamentação, o consumo de alimentos naturais pode trazer benefícios para a saúde da criança.

A campanha Agosto Dourado promove a conscientização sobre a importância do aleitamento materno. Em geral, os primeiros meses de vida de uma criança são intensos, principalmente para as mães, que precisam manter cuidados permanentes com o recém-nascido. Para que a mãe possa se alimentar de maneira saudável e completa, o apoio familiar se faz fundamental – tanto no preparo das refeições, como na realização de outras tarefas domésticas.

Os especialistas recomendam evitar o excesso de leite, carnes vermelhas, corantes e alimentos ultraprocessados. Embora o consumo de ultraprocessados como, bolachas, salsichas e presunto, seja prático, esses alimentos são nutricionalmente desbalanceados, repletos de gorduras, açúcares e de sódio.

Benefícios da amamentação

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde orientam que deve-se amamentar com leite materno até os dois anos ou mais, sendo de forma exclusiva até o sexto mês de vida do bebê.

O Ministério da Saúde recomenda a melhor posição para amamentar e estimular a pega da mama:

  • o bebê deve estar virado para a mãe, bem junto de seu corpo, completamente apoiado e com os braços livres
  • a cabeça do bebê deve ficar de frente para o peito e o nariz bem na frente do mamilo
  • só coloque o bebê para sugar quando ele abrir bem a boca
  • quando o bebê pega o peito, o queixo deve encostar na mama, os lábios ficam virados para fora e o nariz fica livre
  • a criança deve abocanhar, além do mamilo, o máximo possível da parte escura da mama (aréola)
  • cada bebê tem seu próprio ritmo de mamar, o que deve ser respeitado

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) afirma que o leite materno favorece o desenvolvimento e a maturação digestiva e imunológica dos recém-nascidos.

De acordo com a SBP, a amamentação reduz complicações relacionadas ao nascimento prematuro, como inflamação e necrose do intestino, distúrbios oculares e pulmonares e sepse (complicação grave decorrente de infecção) tardia, que acomete principalmente os prematuros internados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).

Ao amamentar, a mulher perde mais rápido o peso que ganhou durante a gestação e fica protegida de diversas doenças. A prática diminui o sangramento do útero (que ocorre por um período após o parto), prevenindo anemia, e reduzindo as chances de desenvolver osteoporose, câncer de mama, útero e ovário.

Com informações da CNN.
Foto: Freepik

  • Compartilhe: