Dia Internacional dos Povos Indígenas: Conheça 9 perfis sobre cultura indígena para seguir nas redes

Em 9 de agosto, é comemorado o Dia Internacional dos Povos Indígenas. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1994.

O dia é dedicado a homenagear e reconhecer as tradições dos povos indígenas e promover a conscientização sobre a inclusão dos povos originários na sociedade, alertando sobre direitos e reafirmando as garantias previstas na Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.

Separamos 9 perfis incríveis sobre cultura indígena para você seguir nas redes!

Confira:

@alecrimbaiano

Deborah Martins é uma chef. Falando sobre gastronomia, ela explica também a importância da demarcação de terras indígenas e levanta debates importantes como o preconceito racial contra indígenas que rola no Brasil!

@bromcsoficial

Tidos com a primeira banda indígena de rap do Brasil, O Bro MCs é revolucionário por si só. Acompanhar eles, na real, está deixando de ser um privilégio e passando a ser uma obrigação pra quem curte se manter antenado em música: com apresentações cada vez mais frequentes na TV, e show marcado no Rock in Rio deste ano, os caras já dominaram o mainstream. Que bom.

@noahalef

Noah, modelo natural de Jequié (BA) e de origem Pataxó, lança mão da sua visibilidade nas plataformas para trazer à tona assuntos ligados à população indígena e usa a profissão como ferramenta para buscar mais representatividade.

@genilsonguajajara

Registro de Genilson Guajajara

Genilson é um fotógrafo indígena. Um daqueles arrobas que dá até uma sobrevida pra esse instagram saturado de influencers meio vazios. Com imagens impecáveis ele registra protestos, eventos, e a rotina de indígenas.

@cunhaporanga_oficial

Maira Gomez, a Cunhaporanga, é indígena e artista em pinturas com Urucum e Jenipapo. A jovem usa o TikTok para mostrar e explicar a sua cultura, respondendo a perguntas dos usuários e mostrando trechos de sua rotina, atuando como uma espécie de embaixadora do assunto. Ela faz parte da comunidade Tatuyo, do Amazonas, e produz conteúdo quase todos os dias para a rede social de vídeos.

 

@katumirim

 

A rapper paulistana Katú Mirim é mulher, mãe, bissexual, ativista e indígena urbana, nascida e criada na cidade. Em 2018, ela deu o pontapé inicial na hashtag #ÍndioNãoÉFantasia, para chamar atenção da sociedade quanto às fantasias de índio no carnaval. A gente escreveu sobre ela aqui. Vale a pena conferir o trabalho e a militância de Katú.
[16:03, 09/08/2022] Louise Calegari: Daiara Tukano

 

@daiaratukano

Mestre em Direitos Humanos pela Universidade de Brasília (UnB), feminista e artista plástica, Daiara Tukano ganhou proeminência no cenário nacional ao alertar a sociedade sobre a questão dos Guarani Kaiwoa, em 2015. Com mais de 35 mil seguidores no Instagram, atualmente, ela é coordenadora da primeira web rádio indígena do Brasil, a Rádio Yandê.

@molina.ela


Estilista, Day Molina usa a moda como uma arma para nos livrarmos de tantos comportamentos que herdamos do período colonial. Com criações lindas, carregadas de história e sustentabilidade, ela mostra que a luta indígena está no dia a dia do brasileiro. Muito incrível mesmo.

 

Alice Pataxó

Ainda na adolescência, Alice, da etnia Pataxó – daí o @alice_pataxo –, se deu conta que a sociedade precisava enxergar o indígena de uma forma diferente da estigmatizada nos desatualizados livros de história. Aos 14 anos, tornou-se representante indígena em movimentos estudantis. Hoje, aos 21, moradora da aldeia Craveiro, em Prado, na Bahia, ela continua na luta, sendo uma das novas vozes dos povos originários nas redes sociais. “Compartilho nossas narrativas a fim de descolonizar o estereótipo que as pessoas ainda têm sobre nós.” Além da presença no Twitter e no Instagram, ela criou o Nuhé, canal no YouTube para disseminar cultura e dar vida ao Literatura Indígena nas Mãos, projeto que conecta leitores e escritores indígenas. Alice também faz faculdade de humanidades na Universidade Federal do Sul da Bahia, em Porto Seguro, e está escrevendo um livro. “Sou determinada. E a determinação não nos permitiu sermos esquecidos. Por isso, somos resistência.”

 

Informações de Agência Senado, BuzzFeed e Busca Voluntária.
Fotos: Reprodução/ Redes Sociais

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